Total de visualizações de página

segunda-feira, 11 de abril de 2011

13 - DÉCIMO DIA - PUQUIO A NASCA

    


Hoje saímos de Puquio rumo a Nasca as 8:00 hs, nós e nosso novos amigos os hermanos argentinos, o dia estava lindo ensolarado, perfeito são 164 kms, praticamente todo sobre a cordilheira, algo divino, próximo a Nasca o visual é indiscritível na decida da cordilheira, nem foto pode descrever a amplitude do tudo que é visualizado. Os amigos argentinos tocam bem estávamos em Nasca às 10:30 hs., aqui nos separamos, nós iremos rumo ao norte e eles estarão retornando via Chile. Hoje nós vamos dormir aqui em Nasca, pois como todos sabem aqui ficam as linhas de Nasca, que ficaram muito famosas apartir do livro "Eram os Deuses Astronautas". Encontramos um Casal de brasileiros o Cícero e a Lourdes (o Cícero é um veterano mototurista, que já tem 3 livros publicados), alugamos um avião para quatro e fomos sobrevoar as linhas de Nasca. Como estava ventando, o aviãozinho balançou uma tantada, a Ula a Lourdes não passaram muito bem, eu estava filmando e a Ula batendo fotos, as quais deixaram a desejar. Quanto ao visual das linhas, nós tínhamos uma expectativa maior.
Hoje rodamos apenas 170 kms.

Nossa previsão para manhã é ir até Lima 470 kms




12-NONO DIA-CUSCO A PUQUIO



O relato de ontem só foi possível agora, pois ontem chegamos em Puquio a noite, e não tinha internet, enfim vamos aos fatos:
Saímos de Cusco as 9:00 hs, mais adaptado com a altitude,rumo a Abancay, pois o objetivo do dia era Chaluanca, o percurso passa por vários povoados, a altitude da região em seu início permanece na casa dos 3000 msnm, Abancay esta em um vale, sendo assim existindo uma bela serra para descer. Após Abancay a estrada, com muitas curvas, margea um rio até Chaluanca, sendo que neste trecho, alguns cursos d'água passa por cima da pista, o asfalto em alguns trechos some , e continua uns 100 metros depois, algumas áreas de desmoronamento, com meia pista obstruída,mas um trecho gostoso de andar. Atingimos nosso objetivo às 15:00 hs. O dia estava lindo, ensolarado, resolvemos tocar um pouco mais. Puquio a próxima cidade está há 177 kms., sabíamos que era o início da cordilheira novamente, mas 177 kms nāo sāo nada, entāo partimos; curva sobre curva, altitude já ultrapassando 4000 msnm, então vento, chuva e frio, 1,5 graus, com a moto parada, sensação térmica de 10 graus negativo, neblina, e escureceu, encontramos três Argentinos, em duas motos, um casal em uma BMW 800, e o outro com uma Falcon,tocamos junto até Puquio, onde chegamos já noite. Conclui-se que somente a quilometragem nāo diz muito, existem vários fatores que podem influênciar nossa percepção de distância. Com dezenas de vezes que cruzamos a cordilheira esta foi uma da mais completas, pois tivemos frio, granizo, chuva, gelo na pista, nebrina, pista escorregadia, pouca visibilidade, e muita adrenalina.
Neste trecho anda-se vários kms acima dos 4500 msnm.






sábado, 9 de abril de 2011

11- OITAVO DIA CUSCO

Hoje permanecemos em Cusco, cidade história, patrimônio da humanidade. Na região de Cusco há atrações para aproximadamente três dias, mas como nós já estivemos aqui em outras viagens, onde permanecemos o tempo necessário para visitarmos os principais sítios arqueológicos, agora a parada foi mais para um descanço e para acostumarmos com a altitude, mas acabamos fazendo visitas a Koricancha, Sacsayhuaman, Qengo, Pucapucará e Tambomachay. O mais interessante é visitar o Vale Sagrado e claro Machupicchu.
Algo que notamos em Cusco foi a melhora significativa do trânsito, hoje o trânsito é razoavelmente normal para uma cidade de porte médio, estando bem diferente do trânsito de dez anos atrás, onde a preferência era de quem mais buzinava.
Na noite passada tivemos uma baita dor de cabeça por causa da altitute e hoje parece que estamos com uma tremenda ressaca. Creio que estamos ficando velhos pois já cruzamos a cordilheira dezenas de vezes em locais diferentes e esta ressaca foi a pior. Amanhã teremos um grande trecho pela cordilheira , provavelmente viajaremos 315 km até Chaluanca.






sexta-feira, 8 de abril de 2011

10 - SÉTIMO DIA PORTO MALDONADO A CUSCO PERÚ


Acordamos cedo, mas o café só saiu às 7:30 hs, pegamos a estrada às 8:30 hs, estrada com pouco movimento, bastante mata nativa ainda preservada(floresta amazônica peruana), mas a presença do homem já esta por toda parte, principalmente margiando a rodovia, em um trecho, existe inúmeros acampamentos de guarimpeiros, formando uma cidade de lona, devastanto matas, rios, uso indiscriminado do mercúrio, enfim a destruição motivada pela ilusāo de ficar rico do dia para noite, mas por isso vivendo em condiçōes sub-humana.
A estrada passa por inúmeras vilas, onde se nota que o povo campesino, ainda se veste típicamente no seu dia a dia. No vilarejo de Marcapata, a 3150 m de altura, ao pararmos a moto um campesino, veio puxar conversa e nos convidou para tomar um chá de coca em sua humilde casa.Aceitamos e na sua casa nos mostrou um caderno com nones de brasileiros que ali passou,ele disse "me gusta mucho, si usted escribes su nombre em mi libro", então nossos nomes estão em seu valioso livro.
Hoje a monotonía das longas retas foram quebradas, primeiro pela serra Santa Rosa, depois
cruzamos a cordilheira,(dezenas de curvas) onde a estrada em seu ponto mais alto atinge mais de 4800 metros acima do nivel do mar.Partimos de Puerto Maldonado, a uma altura de aproximadamente 200 metros do nível do mar, o que representa uma variação de mais de 4600 metros, consequentemente, uma variação na temperatura em mais ou menos 40 graus. E para melhorar a sensação térmica, pegamos uma chuvinha.
Estamos em Cuzco, onde devemos permanecer amanhā.
Hoje rodamos 500 km.




9 - SEXTO DIA - RIO BRANCO/AC A PTO. MALDONADO/PERU


Na saída da Cidade de Rio Branco, perguntamos se estávamos em direção certa pra Assis Brasil, o rapaz reponde: "É só seguir o enterro", Que enterro?, conhecia a expressão "reto toda vida" que seria ideal nessas estradas. 
A estrada está boa, deu para acelerar um pouco mais, a não ser no Peru, pois tinhamos de desviar dos animais na estrada e uma infinidade de quebra molas. Rodamos pela rodovia Interoceânica, desde Assis Brasil/AC até Pto. Maldonato/Peru, onde pernoitamos. A estrada está quase concluída, só falta a ponte sobre o rio Madre de Díos. A travessia é feita através de pequenas balsas improvisadas, um malabarismo sobre pranchas de madeiras, para entrar e sair.
A alfândega de Iñapari é bem tranquila, mas muito lento e burocrático, chegamos às 12:30h, mas só fomos liberados às 16:30h, isto porque só tinhamos nós para o tramite, eles fecham das 12:00h às 14:00h. 
O dia foi tranquilo, clima exelente, A pecuária predomina no Acre, já no Peru, existem bem mais matas, as quais estão sendo exploradas sem comtrole, encontram-se diversos caminhões carregados de toras pelo caminho.
Hoje rodamos 625km.






quarta-feira, 6 de abril de 2011

8 - QUINTO DIA - ARIQUEMES/RO A RIO BRANCO/AC

A estrada neste trajeto estava boa, exceto um trecho de uns 50 km. O dia começou nublado, logo depois uma chuva que nos acompanhou até Porto Velho, depois fez um lindo día até a chegada em Rio Branco, no Acre. Hoje, após maís de 3000 km rodados, fomos parados pelos guardas na entrada do estado do Acre, mas só queriam bater papo. O policial ficou contente em encontrar paranaenses, e comentou "tenho um meio irmāo no Paraná, das andanças de meu pai", após mais uns dedos de prosas, fomos liberados.
Nesse trecho de hoje, existe uma balsa, no río Madeira, que devido as chuvas está bem cheio, sendo que a balsa ficava muito alta,e um trator providênciava um aterro para embarque, ficando um grande monte de lama para ser transposto, a moto afundou mas subiu até que tranquilo, mas alguns caminhões tiveram muita dificuldade, enfim perdemos quase duas horas para o embarque de todos e a travessia do río.
A paisagem neste trajeto é praticamente pastos com muitos buritis, além de um trecho de uns 30 km alagados nas laterais da estrada.
Hoje rodamos 763 km.

terça-feira, 5 de abril de 2011

7- QUARTO DIA - COMODORO/MT A ARIQUEMES/RO

O dia continua nublado e com temperatura agradável. A estrada continua sendo longas retas, só que hoje o trânsito andava em ziguezague devido ao grande número de buracos, principalmente no trecho Cacoal/RO a Presidente Médici/RO. A velocidade tinha de ser reduzida a zero, engatar a primeira marcha e continuar. Apesar do pouco fluxo de veículos a pilotagem tem que ser feita com muita atenção, pois uma distração pode custar um tombo e uma roda entortada. Além das constantes mudanças de trajetórias dos veículos, nos dois sentidos, e freiadas bruscas dos veículos à frente. Fechadas ao ultrapassar era constante.
Neste trecho percorrido ainda no norte do Mato Grosso, nota-se que à esquerda da estrada existe grandes fazendas agrículas e à margen direita, razoavelmente preservada com a vegetação nativa. Ao entrar em Rondônia as áreas agrícolas e pecuárias intensificam-se.
Hoje rodamos 650 km.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

6-TERCEIRO DIA - CUIABÁ/MT A COMODORO/MT


Segunda-feira é mesmo um dia preguiçoso! Só saímos do hotel às 10:00hrs. Rumamos em direção a Cáceres, estrada boa, pouco fluxo de veículos e um ótimo clima, pouco sol, sem chuva tudo de bom para uma excelente viagem. A paisagem até Cáceres é basicamente cerrado e pecuária. Após Cáceres em direção a Pontes e Lacerda nota-se trechos pantanosos e áreas de cerrado. Em direção a Comodoro passa-se por alguns trechos com matas nativas, aparentemente bem conservadas, somente cortadas pela estrada.
Como a maioria das estradas do Mato Grosso este trajeto não é exceção, é constituído por longas retas.
Estando em Cuiabá, não se deve deixar de visitar a Chapada dos Guimarães, Poconé e a Transpantaneira. Estes locais já visitamos anteriormente em outra viajens.
O dia foi tranqüilo e rodamos 675 km.



Ubicación:Brasil

domingo, 3 de abril de 2011

5-SEGUNDO DIA - CAMPO GRANDE/MS A CUIBÁ/MT

Hoje,apesar de ser domingo,saímos às 8:00 horas, o asfalto de Campo Grande/MS até a divisa com Mato Grosso está muito bom, a partir da divisa tem vários trechos com buracos. O fluxo de caminhões é intenso em toda extensão da rodovia, intensificando ainda mais a partir de Rondonópolis. A chuva nos acompanhou desde Sonora sem dar trégua até
Rondonópolis, onde no trevo de acesso havia se formado uma enxurrada que cruzava a pista com volume imenso de água com profundidade de aproximadamente 50cm, a enxurada chegou a bater em nossos joelhos e a bota do Walter encheu d' água.
No percurso de hoje, nota-se que a vegetação nativa está praticamente extinta, foram substituídas pela pecuária e cultura de milho, cana e algodão, também nota-se várias fazendas de criaçāo de avestruz, introduzidas na região, pois o habitat pertenciam às emas, as quais esporadicamente são vistas em algumas lavouras. Um trecho ainda conservado com mata nativa é na Serra de São Vicente.
Hoje rodamos 752 km.

sábado, 2 de abril de 2011

4-PRIMEIRO DIA - ROLÂNDIA/PR A CAMPO GRANDE/MS


Conforme previsto, hoje 02/04/2011, no pátio da igreja Matriz de Rolândia, com a cobertura da Folha de Londrina, RIC TV, e na presença de familiares e amigos, iniciamos nossa jornada rumo ao Alasca. Vários amigos nos acompanharam até a divisa do estado de São Paulo com Mato Grosso do Sul, na cidade de Presidente Epitácio, almoçamos e nos despedimos. A partir daí seguimos rumo a Campo Grande/MS.
O dia estava com clima agradável, pouco sol, sendo que a partir de Nova Alvorada/MS pegamos um pouco de chuva. Enfim, foram 630 km rodados, um bom almoço e ótima despedida.
















Ubicación:Brasil